Acho que é sempre assim, faça o que eu digo, mas não me irrite fazendo o que eu faço.
Que ódio me ver dentro de um par de olhos, fixos em mim, cujo dono mantém a minha disposição também os ouvidos, atentos a cada palavra e me ouve, e ouve, e ouve, mudo, pra de repente, romper o silêncio com zilhões de colocações feitas a meu respeito, milhares de observações comportamentais, das quais quase todas fazem sentido.
Que saco me ver compreendida, revelada, desvendada!
É como se alguém me entregasse um cubo mágico, totalmente organizado, cor por cor e dissesse, era só isso?
Nós que estavam ou pareciam estar tão apertados, de repente desatados por um marinheiro de poucas viagens.Por sorte haviam alguns internos, que ele não encontrou pela frente para bagunçar ou arrumar talvez, sabe-se lá.
Quero de volta meus mistérios...
sexta-feira, 29 de junho de 2007
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