sexta-feira, 20 de julho de 2012
Mais uma vez, Amigos.
Amigos, mais uma vez queria deixar aqui a importância de vcs na minha vida. Saber que SEMPRE estão por perto, mesmo quando estão distantes, assim como saber sou parte de suas escolhas, pode radicalmente ser comparado ao amor de Deus por mim, pq sei que não os mereço. Mas da mesma forma que desde que descobri o amor de Deus na minha vida senti a necessidade de ser uma pessoa melhor, e fugir das coisas ruins que tenho, assim é com cada um de vcs, sei q falho na maior parte do tempo, mas tento ser melhor, pra lhes dar um pouco do amor e da dedicação que recebo. Uma amiga em especial me ensinou a necessidade de cuidar do outro e a guardar datas de aniversário pq isso é importante, uma outra me ensinou o que é apenas ouvir qd td q precisei foi isso. Uma me ensinou ser mais compassiva, um velho e querido amigo me ensinou a relaxar mais com as coisas dessa vida e a gostar de desenho, um outro me ensinou a ser esposa, e há uma infinidade de coisas que cada um de vcs me deu e me tornou um pouco melhor, porque me ensinaram a sorrir de perder o fôlego, e a realmente saber o que é sentir a dor do outro.
A cada ano esse dia me emociona, pq olhar pra trás e pra frente, sim, pq outros estão chegando, existem laços se fortalecendo e novas grandes amizades surgindo, e olhar tds vcs é sem dúvida ver a prova do cuidado de Deus comigo, eu sei q minha personalidade complexa demais, por si só não os manteria tantos anos ao meu lado, e por isso eu sempre gosto de comemorar, mesmo que apenas escrevendo.
Mais uma vez, obrigada por td, amo cada um de vcs.
domingo, 18 de setembro de 2011
Um domingo feliz
Hoje é domingo e a essas horas devia estar chegando da igreja, no entanto decidi que devia ficar em casa já que precisava estudar um pouco. Só que como sempre, com minhas grandes dificuldades em focar naquilo que realmente preciso fazer, acabei substituindo esta obrigação por um belo filme que vi começar e me interessou.
E isso foi o que fez toda a diferença no dia. Por isso estou aqui agora, porque sinto me meio cheia das boas mensagens que ele me deu, certamente muito maiores do que a pregação lá na igreja faria.
Pessoas que sofreram dramas e simplesmente vão em frente com leveza e paz, outras que dão mão a alguém sem pensar nos quês e porquês, gente sendo cristã sem saber, ou sem fazer a mínima questão de tornar isso algo importante.
E assistir a tudo isso me fez pensar, me fez querer mostrar esse filme a amigos da igreja, a minha família ou a quantos mais pudessem assistir, apenas pra que a beleza da simplicidade daquelas vidas fictícias, nos ajudassem em algum ponto a sermos melhores.
A partir daí comecei a conjecturar, a pensar se realmente poderiam ver essa mensagem, ou se eu mesma a veria em outro dia que não estivesse propícia a sentimentalidades.
E agora pra mim o ponto é que era um filme, muito bom, todavia um filme, e que belezas como aquelas estão por aí o tempo todo, no entanto nossos olhos na maioria das vezes não veem, os meus olhos não veem.
Eu queria ver mais, as vezes me enxergo como uma pessoa sensível, que tem essas percepções e esses momentos quase filosóficos, mas na maioria das vezes tenho sido dura, distante demais do que gostaria de ser, uma pessoa com as características que acabei de salientar sobre o filme, uma pessoa que é feliz independente das dores que já sofreu, que não está calejada e com isso se afasta de pessoas para as quais poderia ser útil por ter tantas vezes uma visão mais privilegiada das coisas, uma pessoa leve e que a paz transbordasse tanto que chegasse aos outros,e não uma pessoa conhecida pela agressividade e pelas palavras duras, um alguém que tivesse uma mão estendida, pronta a dar ou a ser aquilo que outros precisam, sem pensar nos quês e porquês, que não priorizasse tanto minhas próprias vontades, sonhos e ambições, que vive mais o que fala do que fala o que vive, enfim, alguém idílico pra mim.
Não agiria com falsa modéstia a ponto de não ver nada de bom no que sou, porém, posso dizer que esse filme me deu uma triste perspectiva, tenho andado um pouco longe de Deus, preciso tê-lo um pouco mais perto pra que essas lacunas sejam preenchidas.
De fato o bem que quero fazer não faço, porém o mal sai com muita naturalidade.
E esse filme-culto me ajudou muito hoje.
Obrigada Deus, porque vc fala comigo de maneira tão pessoal, principalmente quando não estou disposta a procurar ouví-lo.
E isso foi o que fez toda a diferença no dia. Por isso estou aqui agora, porque sinto me meio cheia das boas mensagens que ele me deu, certamente muito maiores do que a pregação lá na igreja faria.
Pessoas que sofreram dramas e simplesmente vão em frente com leveza e paz, outras que dão mão a alguém sem pensar nos quês e porquês, gente sendo cristã sem saber, ou sem fazer a mínima questão de tornar isso algo importante.
E assistir a tudo isso me fez pensar, me fez querer mostrar esse filme a amigos da igreja, a minha família ou a quantos mais pudessem assistir, apenas pra que a beleza da simplicidade daquelas vidas fictícias, nos ajudassem em algum ponto a sermos melhores.
A partir daí comecei a conjecturar, a pensar se realmente poderiam ver essa mensagem, ou se eu mesma a veria em outro dia que não estivesse propícia a sentimentalidades.
E agora pra mim o ponto é que era um filme, muito bom, todavia um filme, e que belezas como aquelas estão por aí o tempo todo, no entanto nossos olhos na maioria das vezes não veem, os meus olhos não veem.
Eu queria ver mais, as vezes me enxergo como uma pessoa sensível, que tem essas percepções e esses momentos quase filosóficos, mas na maioria das vezes tenho sido dura, distante demais do que gostaria de ser, uma pessoa com as características que acabei de salientar sobre o filme, uma pessoa que é feliz independente das dores que já sofreu, que não está calejada e com isso se afasta de pessoas para as quais poderia ser útil por ter tantas vezes uma visão mais privilegiada das coisas, uma pessoa leve e que a paz transbordasse tanto que chegasse aos outros,e não uma pessoa conhecida pela agressividade e pelas palavras duras, um alguém que tivesse uma mão estendida, pronta a dar ou a ser aquilo que outros precisam, sem pensar nos quês e porquês, que não priorizasse tanto minhas próprias vontades, sonhos e ambições, que vive mais o que fala do que fala o que vive, enfim, alguém idílico pra mim.
Não agiria com falsa modéstia a ponto de não ver nada de bom no que sou, porém, posso dizer que esse filme me deu uma triste perspectiva, tenho andado um pouco longe de Deus, preciso tê-lo um pouco mais perto pra que essas lacunas sejam preenchidas.
De fato o bem que quero fazer não faço, porém o mal sai com muita naturalidade.
E esse filme-culto me ajudou muito hoje.
Obrigada Deus, porque vc fala comigo de maneira tão pessoal, principalmente quando não estou disposta a procurar ouví-lo.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Olhando a Vida
Lembro com perfeição do dia em que Bella e eu soubemos que ela estava grávida: o desespero e o medo de perdê-la. Foi só nisso que pensei a princípio. Mas depois a idéia surreal de um filho despertou um sentimento totalmente novo em mim, que durou até o momento de vê-la se desfazendo diante dos meus olhos a cada osso quebrado. Porém assim que ouvi os pensamentos daquela coisinha ali dentro, soube o que sentia. Quando vi em sua mente o amor que tinha por sua mãe e até por mim, não tive mais como conter meu amor.
Os momentos de seu nascimento foram muito duros pra mim, mas no instante em que a tive em meus braços me apaixonei. Passamos três dias juntos, os três, enquanto Bella dormia. E foi nesse tempo que tentei recuperar sua confiança depois de tê-la desprezado tantas vezes pra manter sua mãe viva ao meu lado. Isto era apenas coisa da minha consciência, é claro. Ela nunca se sentira assim, foi amada por todos sempre. E aquele bebê que crescia numa velocidade incrível, na mesma proporção enfeitiçava a todos nós. Era linda e eu não sabia que podia amar tanto. O selo, o desfecho do amor mais imenso que já senti por alguém – o amor que eu sentia por sua mãe. Ela completava tudo! Se um dia Bella me fez sentir humano novamente, Rennesme trouxe isso para todos os dias. Vê-la crescer, aprender a caminhar, a perceber a força que tinha e dar a mão como apoio, nada era mais humano do que ser pai daquela doce menininha. E sempre ao olhá-la eu me maravilhava com tudo que a vida me deu: uma mulher que me trouxe de volta a vida e ela, a vida que eu ajudei a trazer. Eu não teria imaginado nada mais perfeito, aliás, jamais poderia, antes de Bella, imaginar que merecia algo de bom.
E agora aqui estou olhando para minha filha enquanto dorme. Como fiz tantas noites, mas hoje é especial. É extremamente difícil olhar e não ver minha garotinha. Qualquer um que olhasse agora veria um casal de adolescentes deitados e nunca iriam supor tratar-se de pai e filha, mas eu sei o que ela é, o meu bebê. Encarar que ela cresceu é a coisa mais dolorosa que tenho enfrentado nos últimos tempos, e aceitar tudo que essa maturidade trouxe é tão difícil quanto. Amanhã ela irá se casar. Sim, com aquele que um dia quis se casar com minha esposa. Jacob Black, meu irmão, que tantas vezes provou seu valor e amizade por nossa família, agora será meu genro. Não existiria ninguém melhor pra esse papel, nenhum outro daria a ela exatamente o que precisa, mas ainda assim soa estranho ver minha criança se tornando adulta diante de meus olhos, e ali estava eu querendo reter cada segundo que ainda restava antes que ela partisse. Porém minha presença a fez despertar e me ver ali parado ao seu lado.
- O que faz aqui papai?
- Me despedindo, aproveitando o tempo que ainda tenho com minha princesa.
- Eu sempre estarei aqui papai, não se preocupe o laço que nos une é tão eterno quanto nós dois.
E mais uma vez ela trouxe minha humanidade, quando o nó em minha garganta confirmou a lágrima que não rolaria.
Texto meu publicado pelo Foforks no 3 Ciclo de Foforfiks de Leitores, realizado em Agosto de 2011.
Foram 64 participantes e este ficou em oitavo lugar com 810 votos.
Os momentos de seu nascimento foram muito duros pra mim, mas no instante em que a tive em meus braços me apaixonei. Passamos três dias juntos, os três, enquanto Bella dormia. E foi nesse tempo que tentei recuperar sua confiança depois de tê-la desprezado tantas vezes pra manter sua mãe viva ao meu lado. Isto era apenas coisa da minha consciência, é claro. Ela nunca se sentira assim, foi amada por todos sempre. E aquele bebê que crescia numa velocidade incrível, na mesma proporção enfeitiçava a todos nós. Era linda e eu não sabia que podia amar tanto. O selo, o desfecho do amor mais imenso que já senti por alguém – o amor que eu sentia por sua mãe. Ela completava tudo! Se um dia Bella me fez sentir humano novamente, Rennesme trouxe isso para todos os dias. Vê-la crescer, aprender a caminhar, a perceber a força que tinha e dar a mão como apoio, nada era mais humano do que ser pai daquela doce menininha. E sempre ao olhá-la eu me maravilhava com tudo que a vida me deu: uma mulher que me trouxe de volta a vida e ela, a vida que eu ajudei a trazer. Eu não teria imaginado nada mais perfeito, aliás, jamais poderia, antes de Bella, imaginar que merecia algo de bom.
E agora aqui estou olhando para minha filha enquanto dorme. Como fiz tantas noites, mas hoje é especial. É extremamente difícil olhar e não ver minha garotinha. Qualquer um que olhasse agora veria um casal de adolescentes deitados e nunca iriam supor tratar-se de pai e filha, mas eu sei o que ela é, o meu bebê. Encarar que ela cresceu é a coisa mais dolorosa que tenho enfrentado nos últimos tempos, e aceitar tudo que essa maturidade trouxe é tão difícil quanto. Amanhã ela irá se casar. Sim, com aquele que um dia quis se casar com minha esposa. Jacob Black, meu irmão, que tantas vezes provou seu valor e amizade por nossa família, agora será meu genro. Não existiria ninguém melhor pra esse papel, nenhum outro daria a ela exatamente o que precisa, mas ainda assim soa estranho ver minha criança se tornando adulta diante de meus olhos, e ali estava eu querendo reter cada segundo que ainda restava antes que ela partisse. Porém minha presença a fez despertar e me ver ali parado ao seu lado.
- O que faz aqui papai?
- Me despedindo, aproveitando o tempo que ainda tenho com minha princesa.
- Eu sempre estarei aqui papai, não se preocupe o laço que nos une é tão eterno quanto nós dois.
E mais uma vez ela trouxe minha humanidade, quando o nó em minha garganta confirmou a lágrima que não rolaria.
Texto meu publicado pelo Foforks no 3 Ciclo de Foforfiks de Leitores, realizado em Agosto de 2011.
Foram 64 participantes e este ficou em oitavo lugar com 810 votos.
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