domingo, 8 de abril de 2007

Cabala

E era movido a lágrima.
Embora não se percebesse isso a primeira vista, era.
Uma espécie de ciclo incorruptível, desgraçado e vicioso.
E uma necessidade infinda de que se cumpra sempre.
É sempre tão natural como os percursos da rota vão se encaminhando que quase acredita que acabou, q outro dos emaranhados ciclos está começando,mas de repente se depara com sintomas particulares e a sensação de déjà vu acontece de novo, aí percebe que nada mudou.
Aquilo era o começo e isso não é o fim.
A felicidade vivida intensamente vai perdendo a força e se mostra necessário, lavá-la em lágrimas pra que retome o seu brilho e vigor.
E ele aguarda o próximo ato.
Com a esperança da supresa, ele aguarda o passo anunciado.


P.S: O título se atem a seguinte tradução: conluio ou intriga secreta entre indivíduos que conspiram para o mesmo fim.

Nenhum comentário: